VIDA DE MÃE

Sabe quando você olha aquela criança "esperniando" no shopping, gritando com a mãe, dando aquele show e você pensa "Aff, quando eu for mãe não vou permitir que meu filho seja assim, esses pais não têm controle, como pode?"
Imagem Google
Pode falar que você já pensou assim, eu já!
Mas é impressionante, os bebês de hoje parece que já nascem com uma programação para serem geniosos, para quererem tudo na hora deles, do jeito deles!
Me digam como um bebê de um ano já pode bater pé e ficar furioso quando contrariado?
Pois é, estou falando tudo isso, pois aqui em casa estamos entrando nessa terrível fase! Arthur está "impossível"!
Ele é um doce de bebê, brinca, se diverte, segue a rotina, tudo normal, mas de um tempo para cá ele vem se comportando, em algumas situações, daquela maneira manhosa sabe?
Ele parece que já sabe o que quer e quando não é atendido, chora, grita, bate (é, bate!!!!).
Ele adora comer, come de tudo, mas agora não pode ver alguém comendo algo diferente que rejeita sua comida e quer o que o outro come! Para completar ele só quer ficar de pé no cadeirão e se fica preso, faz tanta força que fica vermelho, grita de raiva! Quando é liberto, brinca como se nada tivesse acontecido!
Quando estamos em família, ele se porta de um jeito com os avós e de outro comigo e com o pai. É tanta manha, birra...
Agora está aprendendo a morder e morde tudo e todos que vê pela frente!
Ele quer subir em tudo, jogar tudo no chão e nós não deixamos, resultado? Ele fica tão nervoso que vem para bater na gente, que taca tudo longe, se joga no chão e chooooora!

Gente, como pode???? Eu já fiquei pensando onde foi que eu errei nesses 14 meses, mas sabe, cheguei à conclusão de que isso pode ser uma fase e que se Deus quiser ela vai passar. Já ouvi muitas histórias de mães que passaram pelo mesmo.

Agora, como reagir nessa situação? Gritar? Bater? Deixar de castigo?
Quando ele for maior, sei que vai (eu espero!) entender uma conversa e saber as consequências dos seus atos, como ficas sem brincar, sem Tv, etc.
Espero nunca ter que chegar ao ponto de bater nele, pois não sei bem ao certo se essa é a melhor lição.
Gritar também acho que não resolve, pois estaria me igualando a ele e não me mostrando superior.
Não sou boazinha, não vou passar a mão na cabeça dele quando ele errar, mas queria que ele entendesse que está errado, que não pode!
Na escola, lido com muitas crianças indisciplinadas e a melhor punição é sofrer as consequências. E eles acabam entendendo...
Mas com o Arthur, ele ainda é muito pequeno! Já sabe que não é não, mas gosta de desafiar! Ele faz questão de ir até a tomada, segurar o plug da TV, olhar para mim, esperar eu falar não para puxar! Gente isso me deixa muito nervosa! hahahah

Eu não sinto vontade de dar palmadas nele e sei que a insistência e a repetição talvez façam com que ele aprenda, mas tem horas que cansa, tem horas que dá vontade de deixar ele fazer tudo!!!

Quando dá, mudo seu foco de atenção. Às vezes funciona, às vezes o deixa mais furioso ainda!!!

Enfim, essa é uma situação muito chata e complicada que muuuuitas mães passam ou vão passar. Eu acredito que a nossa atitude vai influenciar muito o desenvolvimento de caráter dos nossos pequenos, então quero procurar fazer tudo da melhor maneira possível!

Tento criar ambientes onde ele possa explorar, mas ele sempre descobre algo que "naõ pode" para descobrir, então ou tento tirá-lo de lá, ou digo não.
 Sabe o que passa pela minha cabeça? Que talvez, minhas atitudes podem fazer com que ele me ache a pior mãe do mundo, que ele se revolte, essas coisas sabe? Pode parecer besteiras, mas quem já viu seu filho se esgoelar de chorar ficou na dúvida entre ir lá, pegá-lo e acalmá-lo, ou deixar que ele sofra as consequências, fique lá sozinho até parar, não é verdade?
Ontem mesmo, o pai deu uma bronca no Tutu e ele correu para mim e eu tive que me controlar e não fazer nada, pois ele tinha feito coisa errada!!

Ufa... gente... que desabafo...
Ser mãe não é moleza nãooo!
Quem já passou ou está passando por isso?
O que fazer? O que não fazer??

Beijos e fiquem com Deus!

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