AH... A MATERNIDADE!

Esses dias (desde que Arthur nasceu) tenho pensado muito sobre essa tal maternidade e cheguei à conclusão que ela se resume em três palavrinhas mágicas: PACIÊNCIA, PERSISTÊNCIA E AMOR.
Paciência porque querendo ou não a sua será testada. De uma forma ou de outra você terá que enfrentá-la.
Eu nunca fui uma pessoa extremamente paciente. Nunca gostei de esperar e nunca gostei que as coisas que eu almejava, demorassem a acontecer. Meus pais até brincam comigo que eu meu lema era “quero agora, quero já!”.
Mas quando se é mãe, a gente precisa e abre mãe de tantas coisas. E muitas vezes isso acontece tão naturalmente sem quase a gente precisar se cobrar.
A começar pela espera na gestação, a espera do parto, a espera da primeira noite em casa, da amamentação, das primeiras interações do bebê, do engatinhar, andar, falar, comer... Para cada fase uma espera, para cada espera um aprendizado. E nisso eu aprendi a esperar, aprendi que a paciência é uma virtude do ser humano e ela precisa ser conquistada, trabalhada, moldada.
Principalmente quando o assunto é a opinião alheia... Aí precisamos de um caminhão de paciência não é verdade?

A persistência é um pouco inata no ser humano, uns tem mais outros menos, mas todo mundo tem uma vontade que persiste e a gente luta por ela até o fim, até o nosso limite.
Mas quando o assunto é filhos, nós tiramos de onde menos imaginamos uma garra, uma força de vontade, tudo pelo bem de nossos pequenos. E isso fica claro nos pequenos gestos do dia a dia que só quando a gente para pra pensar é que percebe.
A maternidade é um mar de rosas, mas também tem seus (muitos) momentos de tensão, onde o mais fácil (e o que a gente pode até pensar em querer) seria desistir...

Chega, não quero mais ser mãe, não aguento mais, não é pra mim, ultrapassou meu limite, não tenho mais forças.

Aposto que alguma dessas frases já deve ter passado pela sua cabeça...
Nós somos humanas, de carne e osso, com sentimentos e emoções que às vezes extrapolam a nossa razão. A gente ri, chora, grita, esperneia, se isola...
Mas a gente volta, a nossa persistência nos faz continuar lutando na certeza de que estamos no caminho certo. Nossos erros se tornam aprendizados e com eles evoluímos.
A persistência de uma mãe, acredito ser infinita. Não há obstáculos que façam com que ela acabe.
Se antes de ser mãe você desistia de algo logo na primeira tentativa, como mãe você luta luta luta e até conseguir. Se não consegue é porque não era pra ser, mas geralmente consegue!
E o amor... O amor é o melhor e mais puro sentimento que o ser humano pode ter. Pelo amor emanam outros sentimentos que se completam mas tudo surge por ele. Por isso Deus disse para amarmos ao próximo como a nós mesmos e até os nosso inimigos! O amor é capaz de coisas inimagináveis! E o amor de uma mãe não tem medida. É um amor que só cresce, se multiplica e transborda.
O amor é natural, ele não vem com cobranças, com permutas. A gente ama porque ama e não pede nada em troca.
Ele é tão real que eu nem preciso ficar aqui explicando para vocês não é verdade?
O amor é o que nos faz ter força, paciência e persistência.

Enfim, entre tudo que eu aprendo todos os dias com a maternidade, as coisas boas e as não tão boas, eu posso afirmar que para mim, paciência, persistência e amor são o carro chefe dessa minha aventura!

E da sua?


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